A boa campanha em Roland Garros, quando acabou eliminado nas quartas de final, rendeu a João Fonseca cinco posições no ranking mundial da ATP. Agora, o carioca é o 25º colocado com 1.735 pontos, uma posição abaixo de sua melhor classificação.
Ele também se torna o tenista número 1 da América do Sul, ultrapassando o argentino Francisco Cerúndolo, que ocupa atualmente a 27ª posição.
Fonseca segue dividindo o posto de terceiro melhor brasileiro na história do ranking, ao lado do gaúcho Thomaz Koch, e atrás de Gustavo Kuerten, o único a atingir a liderança, e de Thomaz Bellucci, que chegou ao 21º lugar.
Na briga pela liderança há Jannik Sinner, eliminado na segunda rodada em Paris, e Carlos Alcaraz, afastado das quadras desde abril por lesão. Eles estão separados por mais de três mil pontos: o italiano tem 13.500 contra 9.960 pontos do espanhol.
Campeão pela primeira vez de um Grand Slam, o alemão Alexander Zverev segue em terceiro, seguido pelo canadense Félix Auger-Aliassime, que ganhou duas posições. O quinto é o estadunidense Ben Shelton.
A lista dos 10 primeiros tem ainda o australiano Alex de Minaur, que igualou sua melhor posição, o sérvio Novak Djokovic, que após a derrota para Fonseca caiu três colocações e agora é o sétimo, o russo Daniil Medvedev, o estadunidense Taylor Fritz e o italiano Flavio Cobolli, vice-campeão em Paris, que pela primeira vez na carreira aparecer no grupo dos 10 melhores.
Entre os melhores brasileiros, o paulista Gustavo Heide teve melhora em sua classificação. Ele subiu oito lugares e agora é o número 182 do mundo.
A lista dos cinco principais do país ainda tem o pernambucano João Lucas Reis, o catarinense Pedro Boscardin e o cearense Thiago Monteiro.
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